Olá a todos! Espero que estejam bem...
Vamos ao tema.
Nos tempos de hoje sempre encontramos grupos em reflexões calorosas sobre a postura comportamental daqueles que se dizem Ser, criticando veementemente os que, segundo aqueles, focam apenas no Ter.
Mera hipocrisia.
Vejamos então: Levante o mouse aquele que não comprou nos últimos 12 meses 01 par de sapatos, mesmo que em casa tenho dois ou mais pares.
Ei, você!? Estou esperando. Pois este texto detecta movimentos de mouse como resposta a pergunta acima.
Pois bem. Como pode um planeta regido pelo capitalismo desenfreado, onde existem, por exemplo, milhares de modelos de carros, que tem como único propósito de locomover seu proprietário, adequar a sua realidade pessoas que se dizem fora do sistema. Nem os índios escapam, pois usam COCAR.
Diante do exposto, a reflexão que podemos iluminar aos quatro cantos é que se em algum momento um individuo fizer uma escolha de produto em detrimento a outro, considerando seus aspectos de design, por exemplo, este indivíduo está inserido no universo daqueles que buscam ter.
Os defensores convictos do Ser diriam em resposta: - Não compro dez peças de roupas por que estão em liquidação. Mas certamente comprariam uma peça de roupa que custa o valor das outras dez.
Pergunto: Onde está a diferença?
Outro olhar que podemos dar a esta situação é o aspecto do prazer passageiro do ato de comprar. Mas isto está diretamente relacionado a aspectos psicológicos e não a essência humana. Ninguém nasce compulsivo pelo Ter.
Por exemplo: Observem uma criança. Ela só quer brincar, ser notada, alimentada, protegida, orientada, etc. É uma violência insinuar que uma criança tenha força vital voltada ao fato determinista de compulsão material.
Ou seja, nós somos o que somos. Nós também refletimos nosso Ser no Ter. Com isto nos posicionamos em grupos sociais, demonstramos nossas paixões, expomos nos desejos, tudo isto apenas pelo ato da compra.
E MÍDIA DE MASSA? Gritou o outro. Essa é fácil de resolver: Desligue a tv. Leia um livro. Ouçam uma boa música. Vão caminhar em praças, praias...
Lembre-se o julgamento do outro é a nossa carapuça do amanhã. Cuidado com a sentença. Você pode não aceitar e cair em frente ao espelho.
Um grande dia a todos.
Até a próxima.
Luiz Santos
Vamos ao tema.
Nos tempos de hoje sempre encontramos grupos em reflexões calorosas sobre a postura comportamental daqueles que se dizem Ser, criticando veementemente os que, segundo aqueles, focam apenas no Ter.
Mera hipocrisia.
Vejamos então: Levante o mouse aquele que não comprou nos últimos 12 meses 01 par de sapatos, mesmo que em casa tenho dois ou mais pares.
Ei, você!? Estou esperando. Pois este texto detecta movimentos de mouse como resposta a pergunta acima.
Pois bem. Como pode um planeta regido pelo capitalismo desenfreado, onde existem, por exemplo, milhares de modelos de carros, que tem como único propósito de locomover seu proprietário, adequar a sua realidade pessoas que se dizem fora do sistema. Nem os índios escapam, pois usam COCAR.
Diante do exposto, a reflexão que podemos iluminar aos quatro cantos é que se em algum momento um individuo fizer uma escolha de produto em detrimento a outro, considerando seus aspectos de design, por exemplo, este indivíduo está inserido no universo daqueles que buscam ter.
Os defensores convictos do Ser diriam em resposta: - Não compro dez peças de roupas por que estão em liquidação. Mas certamente comprariam uma peça de roupa que custa o valor das outras dez.
Pergunto: Onde está a diferença?
Outro olhar que podemos dar a esta situação é o aspecto do prazer passageiro do ato de comprar. Mas isto está diretamente relacionado a aspectos psicológicos e não a essência humana. Ninguém nasce compulsivo pelo Ter.
Por exemplo: Observem uma criança. Ela só quer brincar, ser notada, alimentada, protegida, orientada, etc. É uma violência insinuar que uma criança tenha força vital voltada ao fato determinista de compulsão material.
Ou seja, nós somos o que somos. Nós também refletimos nosso Ser no Ter. Com isto nos posicionamos em grupos sociais, demonstramos nossas paixões, expomos nos desejos, tudo isto apenas pelo ato da compra.
E MÍDIA DE MASSA? Gritou o outro. Essa é fácil de resolver: Desligue a tv. Leia um livro. Ouçam uma boa música. Vão caminhar em praças, praias...
Lembre-se o julgamento do outro é a nossa carapuça do amanhã. Cuidado com a sentença. Você pode não aceitar e cair em frente ao espelho.
Um grande dia a todos.
Até a próxima.
Luiz Santos
Legal o texto, Firma. Me lembra uma discusão que tivemos em uma aula na cadeira de MKT2 na faculdade. Faz parte, é assim que funciona ...
ResponderExcluirAbraços