Olá a todos...
Demorei mais cheguei.
Estamos aqui de novo.
Vamos ao tema:
Certa vez estava refletindo sobre a necessidade de me conhecer melhor - para buscar evolução como um ser humano todos os dias - quando me deparei com o substantivo figurado chamado espelho.
Vejam bem, o espelho por si só não existe. Pois é a sobreposição de um material sobre outro que por essência é transparente. E, entre o bloqueio e sua reflexão estamos nós refletidos.
Desta forma podemos encontrar nossas linhas físicas, a característica única de nosso olhar, nossos traços hereditários. E neste ponto se inicia nossa evolução.
Claramente quando nos olhamos no espelho clarificamos que somos a conexão convergente do limiar sublime entre dois seres humanos. Os olhos, o nariz, a boca, os cabelos, as mãos...
De fato, o espelho nos privilegia para a evolução da qualidade racional de introspecção filosófica.
Daí em diante, desde que aceitemos nossa dádiva hereditária, encontraremos o caminho para a evolução. Seguiremos em busca de vivenciar nossas emoções de forma polida e transparente. Encontraremos respostas para nossas atitudes e comportamentos. E, enfim, começaremos a ser mais humildes. Por que? Porque somos a soma das partes de duas criaturas. E a uma delas convencionou-se chamar de mãe.
Acredito que num breve dissertativo como é este texto não teria como explanar sobre grandiosa criatura, que, consequentemente nos levaria a refletir, mesmo que por milésimos de segundos, sobre seu Criador.
Portanto, a quem possa interessar, e sendo eu do sexo masculino, cito uma frase de minha autoria:
“Mulher é a obra divina com imperfeições propositais para se contextualizar humana”
E, partindo disto, a mulher ao tornar-se mãe, recebe a redenção divina. Pois a ligação de fidelidade e amor daquela criatura com aquele que sai de suas entranhas só pode ser definida como divina.
A todas as mães um terno abraço.
E aos demais, um ótimo dia...
Luiz Santos
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