Olá a todos...
Estamos nós aqui novamente!
O tema é Mulher...
Iniciarei com uma humilde frase de minha autoria:
Mulher é a obra divina com imperfeições propositais para contextualiza-se humana!
Dito isto vamos lá...
Para nós homens, a primeira mulher que conhecemos é a nossa imaculada mãe. Um ser inabalável, infalível e nossa fortaleza. Depois, a enfermeira. Ahhh! As enfermeiras – azar daqueles que foram recebidos neste mundo por um enfermeiro, quanto azar, risos – um ser gentil que se predispõe sempre a apoiar nossas mães neste momento tão ímpar de magia e insegurança.
Doravante encontramos possivelmente nossas irmãs, primas, avós, tias, amigas, pediatras, professoras, etc,. Não podemos nos esquecer das vizinhas obviamente.
De repente, num dado momento de nossa existência nós encontramos uma (ou várias) mulher que nos tira o chão, como diz Manoel Bandeira em seu poema Tereza:
Da terceira vez não vi mais nada
Os céus se misturaram com a terra
E o espírito de Deus voltou a se mover sobre a face das águas.
Essa foi uma das descrições mais próximas que conheço sobre o que sentimos no momento em que nos apaixonamos pela primeira vez. Parabéns Manoel!!!
Poesias a parte, surgiu o dia internacional da mulher. Isto não significa que a mulher é digna de homenagem apenas uma vez por ano. Absolutamente.
O dia internacional da mulher nos trás à tona a contínua necessidade de reflexão em relação à forma como tratamos nossas queridas mulheres. O momento de enfatizar se estamos conseguindo perpetuar o cavalheirismo em nossos comportamentos cotidianos. Refletir se em nossos atos nós estamos respeitando a diferença de nossa força física, e apenas neste aspecto; pois ainda levamos pequena vantagem, escolhida pela natureza.
Pois bem homens, repensem a forma que se comportam com suas mulheres, independe de qual papel social ela represente para você. E lembrem-se, ainda existem flores para presentear a quem faz de sua vida um jardim de olores e cores magníficas.
Até a próxima.
Estamos nós aqui novamente!
O tema é Mulher...
Iniciarei com uma humilde frase de minha autoria:
Mulher é a obra divina com imperfeições propositais para contextualiza-se humana!
Dito isto vamos lá...
Para nós homens, a primeira mulher que conhecemos é a nossa imaculada mãe. Um ser inabalável, infalível e nossa fortaleza. Depois, a enfermeira. Ahhh! As enfermeiras – azar daqueles que foram recebidos neste mundo por um enfermeiro, quanto azar, risos – um ser gentil que se predispõe sempre a apoiar nossas mães neste momento tão ímpar de magia e insegurança.
Doravante encontramos possivelmente nossas irmãs, primas, avós, tias, amigas, pediatras, professoras, etc,. Não podemos nos esquecer das vizinhas obviamente.
De repente, num dado momento de nossa existência nós encontramos uma (ou várias) mulher que nos tira o chão, como diz Manoel Bandeira em seu poema Tereza:
Da terceira vez não vi mais nada
Os céus se misturaram com a terra
E o espírito de Deus voltou a se mover sobre a face das águas.
Essa foi uma das descrições mais próximas que conheço sobre o que sentimos no momento em que nos apaixonamos pela primeira vez. Parabéns Manoel!!!
Poesias a parte, surgiu o dia internacional da mulher. Isto não significa que a mulher é digna de homenagem apenas uma vez por ano. Absolutamente.
O dia internacional da mulher nos trás à tona a contínua necessidade de reflexão em relação à forma como tratamos nossas queridas mulheres. O momento de enfatizar se estamos conseguindo perpetuar o cavalheirismo em nossos comportamentos cotidianos. Refletir se em nossos atos nós estamos respeitando a diferença de nossa força física, e apenas neste aspecto; pois ainda levamos pequena vantagem, escolhida pela natureza.
Pois bem homens, repensem a forma que se comportam com suas mulheres, independe de qual papel social ela represente para você. E lembrem-se, ainda existem flores para presentear a quem faz de sua vida um jardim de olores e cores magníficas.
Até a próxima.
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